Georges Seurat, 1884-1886
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24/05/2020
31/08/2019
Kingdom Come
“Gostamos de faixas de rodagem duplas e de parques de estacionamento. Gostamos de arquitectura estilo torres de controlo e amizades que duram uma tarde. Não há nenhuma autoridade civil a dizer-nos o que fazer. Não há cá câmaras municipais nem assembleias gerais. Gostamos da prosperidade filtrada através das vendas de carros e de electrodomésticos. Gostamos de estradas que levam para lá de aeroportos, gostamos de transitários de transportes aéreos e de parques de aluguer de carrinhas, gostamos de pacotes de férias comprados num impulso com destino a qualquer sítio que nos dê na real gana. Somos os cidadãos do centro comercial e da marina, da internet e da televisão por cabo. Gostamos disto aqui e não temos pressa nenhuma que você se junte a nós.”
J.G. Ballard – “Reino do Amanhã” - 2006
13/01/2010
O Mistério do Parque das Camélias
Tendo em conta as últimas notícias sobre a situação de falência técnica do Parque de Exposições de Braga (PEB), resultante da péssima gestão e dos sucessivos prejuízos acumulados, ainda fico mais intrigado com a obra do Parque de Lazer das Camélias.Como é que se explica que uma empresa municipal falida, tenha sido o dono de obra do Parque de Lazer das Camélias, construído em vésperas das autárquicas de 2009?
Com as suas próprias instalações a caírem de podre, nas quais gastou em manutenção apenas nove mil euros durante o ano de 2009, como se explica o dispêndio de um milhão de euros no Parque das Camélias, que nada tem a ver com o objecto social do PEB?
Há mistérios insondáveis em Braga…
30/03/2009
Coro Alto
"O Coro alto servia para a recitação das "Horas" tipicamente monásticas, como eram as Matinas, as Laudes e as Horas Menores. Os monges, usando obrigatoriamente a cogula, entravam de joelhos e, no cadeiral, permaneciam longas horas em canto litúrgico, seguindo os grandes livros iluminados, colocados na estante coral, e que eram as bíblias, antifonários, graduais e saltérios. De pé, só se sentando para a recitação dos salmos e durante as leituras, encontravam algum conforto com o apoio nas "misericórdias" e grande estímulo no exemplo das vidas de S. Bento e Santa Escolástica, representadas nos oito quadros grandes das paredes do coro.O Coro é, assim, essencialmente ocupado pelo cadeiral. Construído entre 1666-1668 e atribuído a António de Andrade, é de planta em U e dispõe-se em duas filas, com a de trás em plano mais elevado. As cadeiras, com decoração entalhada, são de assento levadiço e têm, no lado inferior, pequenas mísulas, as misericórdias, com a forma de máscaras fantasiosas de rostos humanos, sátiros e animais.
Os espaldares, que constituem a parte mais artística do cadeiral, são estofados, dourados e policromados e a sua imaginária fala-nos de figuras e factos beneditinos. Separados uns dos outros por pilastras com esculturas geminadas ostentando toucados de folhagem são um testemunho da magnífica talha proto-barroca que se produziu no Mosteiro de Tibães e que rivaliza condignamente com os gradeamentos oitocentistas de pau preto e bronzes dourados, com o oratório do Cristo Crucificado de Frei José de Santo António Vilaça e com o órgão do mestre organeiro Francisco António Solha, com caixa "riscada" por Frei José de Santo António Vilaça."
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Parks,
tibães
20/01/2008
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