Depois do choque fiscal de Durão Barroso, do choque tecnológico de José Sócrates, Pedro Passos Coelho promete o choque da competitividade.
07/05/2011
23/04/2011
A Promiscuidade, e o Norte de Portugal
Aproveito estes dias para passar os olhos pela pilha de jornais que se foi acumulando. Respigo algumas notícias exemplares:
- no âmbito da parceria público-privada do Hospital São Marcos em Braga, gerido pelo Grupo José de Mello Saúde, o Ministério da Saúde nomeou em Março de 2009 Francisco Cabral, para representar os interesses do Estado e acompanhar o contrato de parceria no Hospital. Sabe-se agora que este mesmo Francisco Cabral vai ser o gestor do novo Hospital Particular de Vila Franca de Xira, detido, claro está, pelo Grupo Mello. A promiscuidade existente entre o sector público e o sector privado, entre entidades reguladoras e os regulados, entre entidades da tutela e tutelados, é um dos mais graves problemas endémicos de Portugal, que FMI algum será capaz de resolver.
- A taxa de desemprego jovem na região Norte, no último trimestre de 2010, cifrou-se nos 25,3%, representando um novo máximo histórico, segundo dados do IEFP. A taxa total de desemprego na região é de 12,7%, dois pontos acima da média nacional.
- Com as admissões congeladas na Administração Pública, o CEAGP do INA representa a única hipótese de ingressar na função pública. Das 70 vagas fixadas para a 12.ª edição do curso, 62 vagas são para postos de trabalho na região de Lisboa e Vale do Tejo. Para o Norte estão contempladas 2 vagas. Mesmo assim, um olhar mais atento na listagem faz-nos reparar que uma das duas vagas é para Castelo Branco. Ou querem “inflacionar” as vagas do Norte, ou então, andam a precisar de uma reciclagem sobre geografia de Portugal.
- noutro sentido, um recente artigo de opinião publicado no Diário do Minho, dava conta da melhoria da divulgação da Semana Santa de Braga, com reflexos na atracção de mais turismo, desde que essa tarefa passou a ser da responsabilidade da Região de Turismo do Norte, comparativamente com o trabalho que era feito pela extinta Região de Turismo Verde Minho. A ser verdade, pode ser sintomático de que centralizar nem sempre é mau. Principalmente, quando as entidades descentralizadas (do tipo da Região de Turismo Verde Minho) se caracterizam por falta de dimensão, estrutura e recursos, evidente amadorismo, e pelo pior clientelismo político-partidário.
- no âmbito da parceria público-privada do Hospital São Marcos em Braga, gerido pelo Grupo José de Mello Saúde, o Ministério da Saúde nomeou em Março de 2009 Francisco Cabral, para representar os interesses do Estado e acompanhar o contrato de parceria no Hospital. Sabe-se agora que este mesmo Francisco Cabral vai ser o gestor do novo Hospital Particular de Vila Franca de Xira, detido, claro está, pelo Grupo Mello. A promiscuidade existente entre o sector público e o sector privado, entre entidades reguladoras e os regulados, entre entidades da tutela e tutelados, é um dos mais graves problemas endémicos de Portugal, que FMI algum será capaz de resolver.
- A taxa de desemprego jovem na região Norte, no último trimestre de 2010, cifrou-se nos 25,3%, representando um novo máximo histórico, segundo dados do IEFP. A taxa total de desemprego na região é de 12,7%, dois pontos acima da média nacional.
- Com as admissões congeladas na Administração Pública, o CEAGP do INA representa a única hipótese de ingressar na função pública. Das 70 vagas fixadas para a 12.ª edição do curso, 62 vagas são para postos de trabalho na região de Lisboa e Vale do Tejo. Para o Norte estão contempladas 2 vagas. Mesmo assim, um olhar mais atento na listagem faz-nos reparar que uma das duas vagas é para Castelo Branco. Ou querem “inflacionar” as vagas do Norte, ou então, andam a precisar de uma reciclagem sobre geografia de Portugal.
- noutro sentido, um recente artigo de opinião publicado no Diário do Minho, dava conta da melhoria da divulgação da Semana Santa de Braga, com reflexos na atracção de mais turismo, desde que essa tarefa passou a ser da responsabilidade da Região de Turismo do Norte, comparativamente com o trabalho que era feito pela extinta Região de Turismo Verde Minho. A ser verdade, pode ser sintomático de que centralizar nem sempre é mau. Principalmente, quando as entidades descentralizadas (do tipo da Região de Turismo Verde Minho) se caracterizam por falta de dimensão, estrutura e recursos, evidente amadorismo, e pelo pior clientelismo político-partidário.
Etiquetas:
Braga,
economia e finanças,
Portugal
13/04/2011
A História Continua a Repetir-se
Em pouco mais de 30 anos, Portugal teve que pedir três intervenções do FMI. Actualmente, temos a pior média de crescimento económico dos últimos 90 anos, a maior dívida pública em 160 anos e a dívida externa mais elevada dos últimos 120 anos. A taxa de desemprego em Portugal é, hoje, a maior dos últimos 80 anos e assistimos à segunda maior vaga de emigração desde meados do século XIX. Chegados a este ponto, temos que pedir, de joelhos, ajuda externa. Ou mudamos de vida, ou não temos remédio.
09/01/2011
Tinta nos Nervos
«Esta exposição visa dar uma perspectiva ampla da criação da banda desenhada portuguesa, procurando o encontro com novos públicos diversificados e expandindo a percepção social desta linguagem. A banda desenhada é sobretudo conhecida como uma linguagem de entretenimento, de massas, afecta ao público infanto-juvenil, sendo muito difícil que alguém não conheça as muitas personagens famosas que compõem essa paisagem cultural. No entanto, tal como em quase todos os outros campos artísticos, a banda desenhada também tem um número de autores que a procuram empregar como um meio de expressão mais pessoal, ou uma disciplina artística aberta a experimentações várias, informadas pelos discursos contemporâneos. Seja pelo lado da escrita, com autores a explorar a autobiografia, uma abordagem da paisagem cultural nacional, problemas de género ou políticos, seja pelo lado da visualidade, explorando novas linguagens, estruturações da página e até graus de abstracção. O mercado de banda desenhada em Portugal, não sendo propriamente forte nem muito diverso, quer em termos de traduções de obras contemporâneas ou históricas quer de trabalhos originais nacionais, é contraposto por toda uma série de experiências em círculos da edição independente ou de projectos alternativos que tem sido um produtivo solo para criadores extremamente interessantes e inovadores.A exposição presente focará sobretudo autores modernos e contemporâneos – ainda que haja um desvio por dois autores históricos, experimentais na sua época: Rafael Bordalo Pinheiro, o “pai” da banda desenhada moderna portuguesa, e Carlos Botelho, autor do magnífico "Ecos da Semana" – que procuram elevar a banda desenhada a uma linguagem adulta e inovadora artisticamente. Do desenho suave de Richard Câmara às experiências de Pedro Nora, do minimalismo a preto-e-branco de Bruno Borges à multiplicidade de Maria João Worm, da presença solta de Teresa Câmara Pestana à exuberância das cores de Diniz Conefrey, da austeridade de Janus à vivacidade de Daniel Lima, haverá um largo espectro, ainda que pautado por critérios de pertinência artística, representativo desta área no nosso país. Estarão presentes autores de algum sucesso comercial e crítico (como, por exemplo, José Carlos Fernandes, António Jorge Gonçalves, Filipe Abranches, Nuno Saraiva e Victor Mesquita) e outros autores de círculos mais independentes (de Jucifer/Joana Figueiredo a André Lemos, Miguel Carneiro e Marco Mendes); autores cujas bandas desenhadas parecem obedecer às regras mais convencionais e clássicas da sua fabricação mas para explorar temas disruptivos (como Ana Cortesão, Pedro Zamith e Marcos Farrajota) e outros que as parecem ultrapassar em todos os aspectos (como Nuno Sousa, Carlos Pinheiro ou Cátia Serrão); e ainda artistas que criaram objectos impressos que empregam elementos passíveis de aproximação a uma leitura ampla da banda desenhada, isto é, fazem-nos pensar numa sua possível definição ou apreciação mais alargada (como Eduardo Batarda, Tiago Manuel, Isabel Baraona e Mauro Cerqueira). Nalguns casos, a exploração que os artistas fazem do desenho ganham corpo noutros objectos que não de papel, e que serão integrados nesta mostra (animações, esculturas, bonecos, maquetas, e fanzines-objecto, com larga incidência para aqueles criados por João Bragança).
A lista, que não pretende, de forma alguma, o que seria impossível, ser vista nem como absoluta nem como exaustiva, dos artistas é como segue: Alice Geirinhas, Ana Cortesão, André Lemos, António Jorge Gonçalves, Bruno Borges, Carlos Botelho, Carlos Pinheiro, Carlos Zíngaro, Cátia Serrão, Daniel Lima, Diniz Conefrey, Eduardo Batarda, Filipe Abranches, Isabel Baraona, Isabel Carvalho, Isabel Lobinho, Janus, João Fazenda, João Maio Pinto, José Carlos Fernandes, Jucifer (Joana Figueiredo), Luís Henriques, Marco Mendes, Marcos Farrajota, Maria João Worm, Mauro Cerqueira, Miguel Carneiro, Miguel Rocha, Nuno Saraiva, Nuno Sousa, Paulo Monteiro, Pedro Burgos, Pedro Nora, Pedro Zamith, Pepedelrey, Rafael Bordalo Pinheiro, Richard Câmara, Susa Monteiro, Teresa Câmara Pestana, Tiago Manuel e Victor Mesquita.»
A exposição estará patente a partir de 10 de Janeiro até 27 de Março no Museu Berardo no CCB em Lisboa, sendo comissariada por Pedro Moura e será acompanhada por um catálogo. [imagem não oficial da autoria de André Lemos]
25/11/2010
A História repete-se
Portugal sempre teve no decurso da sua longa existência períodos de grandes oportunidades, que se poderiam ter traduzido em prosperidade e desenvolvimento. Bastaria recordar os períodos expansionistas, onde dominamos as rotas das especiarias e todo o ouro vindo do Brasil. De todas estas imensas riquezas, o que é que nos ficou? – O Convento de Mafra e pouco mais.
Mais recentemente, Portugal tem recebido desde 1984 cerca de 7,5 milhões de euros por dia (incluindo sábados, domingos e feriados) da União Europeia (grosso modo, da Alemanha) para modernizar a nossa economia e torná-la mais competitiva. Ao mesmo tempo, “torramos” cerca de 500 toneladas de ouro desde 1974 (tínhamos reservas de 866 ton. e hoje temos 382,5 ton.) e privatizamos praticamente tudo o que havia para privatizar. De tudo isto, o que é que nos ficou? – O Centro Cultural de Belém, uns quilómetros de auto-estradas e… Não temos remédio.
23/11/2010
Por motivos académicos/profissionais tive, novamente, que me ausentar de Braga a maior parte do tempo. Este blogue tem estado parado, pois a vontade e a disponibilidade para o actualizar tem sido muito pouca. No entanto, ainda no âmbito da blogosfera, comecei há cerca de três meses a colaborar no blogue Under Review, dedicado à música urbana portuguesa. Para mim, foi um grande privilégio ter sido convidado para o efeito, na medida em que o considero um dos melhores blogues nacionais. Toda a minha disponibilidade para postar tem sido canalizada para esse projecto colaborativo, que abrange toda a produção nacional desde os anos 50 até à actualidade, tendo já mais de 750 entradas sobre grupos musicais dos mais variados estilos. É, evidentemente, um projecto infindável, que se fará ao longo do tempo.Pretendo continuar a intervir e a reflectir sobre matérias de política local e nacional no Bragaparks, actividade que retomarei logo que seja possível.
22/09/2010
28/08/2010
24/07/2010
25/06/2010
22/06/2010
Abril em Portugal
Quem como eu começou a ler banda desenhada em finais dos anos 80 do século passado, certamente se recordará da pobreza do panorama que Portugal apresentava. As poucas editoras existentes no nosso mercado limitavam-se a publicar em álbum autores franco-belgas (Hergé, E. P. Jacobs, Hermann, Morris, Jijé, Tardi, J. Martin, Moebius, etc.), uns poucos italianos (Manara, Pratt, Serpieri) e mais uma ou outra excepção (Bilal, Segrelles, Prado,…). Depois havia também à venda nos quiosques, os livros com os personagens da Disney (Mickey, Donald, Tio Patinhas, etc.) e os livros com os Super-Heróis (Homem Aranha, Batman, Super Homem, Capitão América, etc.). Tanto os livros com os personagens da Disney como os livros dos Super-Heróis eram edições brasileiras da mega Editora Abril. No meio destas séries intermináveis de tralha de linha de produção em massa começaram a aparecer, também vindos do Brasil, outras coisas que me marcaram profundamente como a revista Animal, a Chiclete com Banana, os Piratas do Tietê, etc., mas disso poderemos falar noutra altura.
A mesma Editora Abril, uma das maiores editoras de banda desenhada do mundo, começou também a editar em formato americano (comic-book) uma série de obras marcantes como Batman – Asilo Arkham, Watchmen, Ronin, Batman – Ano Zero, etc. Outras edições da Abril foram as séries Graphic Marvel e Graphic Novel, que chegavam a Portugal com muita irregularidade e mediante as sobras das vendas no Brasil. A série Graphic Novel editada originalmente no Brasil entre Janeiro de 1988 e Junho de 1992, inicialmente com periodicidade quinzenal e depois mensal, apresentou diversas obras de autores americanos e europeus, impressas a cores em papel de boa qualidade e com histórias auto conclusivas.
Tanto quanto eu sei, só chegaram a Portugal os primeiros 23 números dos 29 que foram publicados no Brasil. A vermelho os números que me faltam.
A mesma Editora Abril, uma das maiores editoras de banda desenhada do mundo, começou também a editar em formato americano (comic-book) uma série de obras marcantes como Batman – Asilo Arkham, Watchmen, Ronin, Batman – Ano Zero, etc. Outras edições da Abril foram as séries Graphic Marvel e Graphic Novel, que chegavam a Portugal com muita irregularidade e mediante as sobras das vendas no Brasil. A série Graphic Novel editada originalmente no Brasil entre Janeiro de 1988 e Junho de 1992, inicialmente com periodicidade quinzenal e depois mensal, apresentou diversas obras de autores americanos e europeus, impressas a cores em papel de boa qualidade e com histórias auto conclusivas.
Tanto quanto eu sei, só chegaram a Portugal os primeiros 23 números dos 29 que foram publicados no Brasil. A vermelho os números que me faltam.
SÉRIE GRAPHIC NOVEL:
1- X-Men - O conflito de uma raça - Chris Claremont (texto); Brent Anderson (arte)
2- Demolidor - Amor e Guerra - Frank Miller (texto); Bill Sienkiewicz (arte)
3- A Morte do Capitão Marvel - Jim Starlin
4- O Homem-Aranha - Marandi - Susan K. Putney (texto); Berni Wrightson (arte)
5- Batman - A Piada Mortal - Alan Moore (texto); Brian Bolland (arte)
6- Homem de Ferro - Crash - Mike Saenz (texto); William Bates (arte)
7- Batman - O Filho do Demônio - Mike W. Barr (texto); Jerry Bingham (arte)
8- O Edifício - Will Eisner
2- Demolidor - Amor e Guerra - Frank Miller (texto); Bill Sienkiewicz (arte)
3- A Morte do Capitão Marvel - Jim Starlin
4- O Homem-Aranha - Marandi - Susan K. Putney (texto); Berni Wrightson (arte)
5- Batman - A Piada Mortal - Alan Moore (texto); Brian Bolland (arte)
6- Homem de Ferro - Crash - Mike Saenz (texto); William Bates (arte)
7- Batman - O Filho do Demônio - Mike W. Barr (texto); Jerry Bingham (arte)
8- O Edifício - Will Eisner
9- A Era Metalzóica - Pat Mills (texto); Kevin O'Neill (arte)10- Void Indigo - Prelúdio de uma Vingança - Steve Gerber (texto); Val Mayerik (arte)
11- Surfista Prateado - Parábola - Stan Lee (texto); Moebius (arte)
12- Rocketeer - Dave Stevens
13- Contos de Asgard - A Bandeira do Corvo - Alan Zelenetz (texto); Charles Vess (arte)
14- A Morte de Groo - Mark Evanier (texto); Sergio Aragonés (arte)
15- Legião Alien em Um Dia Para Morrer - Alan Zelenetz (texto); Frank Cirocco (arte)16- O Sombra 1941 - O Horóscopo de Hitler - Denny O'Neil (texto); Michael Kaluta (arte)
17- Dr. Estranho em Shamballa - J. M. DeMatteis (texto); Dan Green (arte)18- Arena - Bruce Jones
19- Blanche Epifany - Jacques Lob (texto); Georges Pichard (arte)
20- Wolverine & Nick Fury - Conexão Scorpio - Archie Goodwin (texto); Howard Chaykin (arte)
21- Blueberry em Forte Navajo - Jean-Michel Charlier (texto); Jean Giraud (arte)
22- Frank Cappa em Viet-Song - Manfred Sommer
23- As Aventuras de Dieter Lumpen - Inimigos Comuns - Jorge Zentner (texto); Rubén Pellejero (arte)
24- Dead-End - Na Velocidade dos Anos Solitários - Seyer25- Crepúsculo - Pasqual Ferry
26- Mundo Cão - Miguelanxo Prado
27- Wallaye! - Keubla e Kebra na África - Jano28- Pixotes - José Louis Bocquet (texto); Arno (arte)
29- Smack! - Frank Margerin.
06/06/2010
Arlindo Silva
Mãe (2009) óleo sobre tela, 51,5x68,5 cm. Colecção particular
À espera de Verónica (2009) óleo sobre tela, 50x66,5 cm. Colecção particular30/05/2010
Terry Rodgers
19/05/2010
Encontros do Relógio
"Esta quinta-feira, dia 20 às 22:10 (à hora em que param os relógios) tem inicio no Café A Brasileira uma rubrica de eventos e tertúlias denominada ENCONTROS DO RELÓGIO, que alude ao antigo relógio que havia nesse espaço e que foi e continua a ser (agora pela ausência) uma referência para muitos frequentadores do café. O relógio estava já parado quando foi retirado do tecto durante as obras de remodelação.O título deste tema inicial, “O ESTADO DAS CULTURAS”, corresponde a uma placa tipográfica encontrada no jardim da Livraria Centésima Página, que foi durante mais de quarenta anos a sede do jornal Diário do Minho. Referia-se na altura, algures nos anos 50, a uma coluna de informações agrícolas. Aqui representa uma perspectiva de abordagem da multiplicidade de culturas que se sobrepõem e interagem, positiva e criativamente ou não, mas que juntas constroem a identidade cultural da cidade.
Os convidados são: Ângela M. Ferreira - fotógrafa, docente e directora de curso na ESAP, responsável em co-autoria pela direcção dos Encontros da Imagem, além de estar envolvida em alguns eventos recentes de sucesso, como o Cinema de Almofada e o Tchau Laura. Alberto Silva - ex-programador cultural da Velha-a-Branca, coleccionador na área de fanzines, ilustração e banda desenhada (e ainda de relógios!) e um comentador activo, em blogues e jornais, da vida cultural da cidade. E Jorge Miguel Corais - director do Parque de Exposições de Braga, um local privilegiado de envolvimento com esse cruzamento e multiplicidade de culturas que o tema da tertúlia pretende realçar. A moderação da conversa está a cargo do jornalista Paulo Sousa."
Etiquetas:
Braga,
Brasileira,
divulgação,
domínio público,
eventos
Subscrever:
Mensagens (Atom)























,+2005,+%C3%B3leo+sobre+tela,+54x81+cm.+Colec%C3%A7%C3%A3o+particular.jpg)








