24/07/2010
25/06/2010
22/06/2010
Abril em Portugal
Quem como eu começou a ler banda desenhada em finais dos anos 80 do século passado, certamente se recordará da pobreza do panorama que Portugal apresentava. As poucas editoras existentes no nosso mercado limitavam-se a publicar em álbum autores franco-belgas (Hergé, E. P. Jacobs, Hermann, Morris, Jijé, Tardi, J. Martin, Moebius, etc.), uns poucos italianos (Manara, Pratt, Serpieri) e mais uma ou outra excepção (Bilal, Segrelles, Prado,…). Depois havia também à venda nos quiosques, os livros com os personagens da Disney (Mickey, Donald, Tio Patinhas, etc.) e os livros com os Super-Heróis (Homem Aranha, Batman, Super Homem, Capitão América, etc.). Tanto os livros com os personagens da Disney como os livros dos Super-Heróis eram edições brasileiras da mega Editora Abril. No meio destas séries intermináveis de tralha de linha de produção em massa começaram a aparecer, também vindos do Brasil, outras coisas que me marcaram profundamente como a revista Animal, a Chiclete com Banana, os Piratas do Tietê, etc., mas disso poderemos falar noutra altura.
A mesma Editora Abril, uma das maiores editoras de banda desenhada do mundo, começou também a editar em formato americano (comic-book) uma série de obras marcantes como Batman – Asilo Arkham, Watchmen, Ronin, Batman – Ano Zero, etc. Outras edições da Abril foram as séries Graphic Marvel e Graphic Novel, que chegavam a Portugal com muita irregularidade e mediante as sobras das vendas no Brasil. A série Graphic Novel editada originalmente no Brasil entre Janeiro de 1988 e Junho de 1992, inicialmente com periodicidade quinzenal e depois mensal, apresentou diversas obras de autores americanos e europeus, impressas a cores em papel de boa qualidade e com histórias auto conclusivas.
Tanto quanto eu sei, só chegaram a Portugal os primeiros 23 números dos 29 que foram publicados no Brasil. A vermelho os números que me faltam.
A mesma Editora Abril, uma das maiores editoras de banda desenhada do mundo, começou também a editar em formato americano (comic-book) uma série de obras marcantes como Batman – Asilo Arkham, Watchmen, Ronin, Batman – Ano Zero, etc. Outras edições da Abril foram as séries Graphic Marvel e Graphic Novel, que chegavam a Portugal com muita irregularidade e mediante as sobras das vendas no Brasil. A série Graphic Novel editada originalmente no Brasil entre Janeiro de 1988 e Junho de 1992, inicialmente com periodicidade quinzenal e depois mensal, apresentou diversas obras de autores americanos e europeus, impressas a cores em papel de boa qualidade e com histórias auto conclusivas.
Tanto quanto eu sei, só chegaram a Portugal os primeiros 23 números dos 29 que foram publicados no Brasil. A vermelho os números que me faltam.
SÉRIE GRAPHIC NOVEL:
1- X-Men - O conflito de uma raça - Chris Claremont (texto); Brent Anderson (arte)
2- Demolidor - Amor e Guerra - Frank Miller (texto); Bill Sienkiewicz (arte)
3- A Morte do Capitão Marvel - Jim Starlin
4- O Homem-Aranha - Marandi - Susan K. Putney (texto); Berni Wrightson (arte)
5- Batman - A Piada Mortal - Alan Moore (texto); Brian Bolland (arte)
6- Homem de Ferro - Crash - Mike Saenz (texto); William Bates (arte)
7- Batman - O Filho do Demônio - Mike W. Barr (texto); Jerry Bingham (arte)
8- O Edifício - Will Eisner
2- Demolidor - Amor e Guerra - Frank Miller (texto); Bill Sienkiewicz (arte)
3- A Morte do Capitão Marvel - Jim Starlin
4- O Homem-Aranha - Marandi - Susan K. Putney (texto); Berni Wrightson (arte)
5- Batman - A Piada Mortal - Alan Moore (texto); Brian Bolland (arte)
6- Homem de Ferro - Crash - Mike Saenz (texto); William Bates (arte)
7- Batman - O Filho do Demônio - Mike W. Barr (texto); Jerry Bingham (arte)
8- O Edifício - Will Eisner
9- A Era Metalzóica - Pat Mills (texto); Kevin O'Neill (arte)10- Void Indigo - Prelúdio de uma Vingança - Steve Gerber (texto); Val Mayerik (arte)
11- Surfista Prateado - Parábola - Stan Lee (texto); Moebius (arte)
12- Rocketeer - Dave Stevens
13- Contos de Asgard - A Bandeira do Corvo - Alan Zelenetz (texto); Charles Vess (arte)
14- A Morte de Groo - Mark Evanier (texto); Sergio Aragonés (arte)
15- Legião Alien em Um Dia Para Morrer - Alan Zelenetz (texto); Frank Cirocco (arte)16- O Sombra 1941 - O Horóscopo de Hitler - Denny O'Neil (texto); Michael Kaluta (arte)
17- Dr. Estranho em Shamballa - J. M. DeMatteis (texto); Dan Green (arte)18- Arena - Bruce Jones
19- Blanche Epifany - Jacques Lob (texto); Georges Pichard (arte)
20- Wolverine & Nick Fury - Conexão Scorpio - Archie Goodwin (texto); Howard Chaykin (arte)
21- Blueberry em Forte Navajo - Jean-Michel Charlier (texto); Jean Giraud (arte)
22- Frank Cappa em Viet-Song - Manfred Sommer
23- As Aventuras de Dieter Lumpen - Inimigos Comuns - Jorge Zentner (texto); Rubén Pellejero (arte)
24- Dead-End - Na Velocidade dos Anos Solitários - Seyer25- Crepúsculo - Pasqual Ferry
26- Mundo Cão - Miguelanxo Prado
27- Wallaye! - Keubla e Kebra na África - Jano28- Pixotes - José Louis Bocquet (texto); Arno (arte)
29- Smack! - Frank Margerin.
06/06/2010
Arlindo Silva
Mãe (2009) óleo sobre tela, 51,5x68,5 cm. Colecção particular
À espera de Verónica (2009) óleo sobre tela, 50x66,5 cm. Colecção particular30/05/2010
Terry Rodgers
19/05/2010
Encontros do Relógio
"Esta quinta-feira, dia 20 às 22:10 (à hora em que param os relógios) tem inicio no Café A Brasileira uma rubrica de eventos e tertúlias denominada ENCONTROS DO RELÓGIO, que alude ao antigo relógio que havia nesse espaço e que foi e continua a ser (agora pela ausência) uma referência para muitos frequentadores do café. O relógio estava já parado quando foi retirado do tecto durante as obras de remodelação.O título deste tema inicial, “O ESTADO DAS CULTURAS”, corresponde a uma placa tipográfica encontrada no jardim da Livraria Centésima Página, que foi durante mais de quarenta anos a sede do jornal Diário do Minho. Referia-se na altura, algures nos anos 50, a uma coluna de informações agrícolas. Aqui representa uma perspectiva de abordagem da multiplicidade de culturas que se sobrepõem e interagem, positiva e criativamente ou não, mas que juntas constroem a identidade cultural da cidade.
Os convidados são: Ângela M. Ferreira - fotógrafa, docente e directora de curso na ESAP, responsável em co-autoria pela direcção dos Encontros da Imagem, além de estar envolvida em alguns eventos recentes de sucesso, como o Cinema de Almofada e o Tchau Laura. Alberto Silva - ex-programador cultural da Velha-a-Branca, coleccionador na área de fanzines, ilustração e banda desenhada (e ainda de relógios!) e um comentador activo, em blogues e jornais, da vida cultural da cidade. E Jorge Miguel Corais - director do Parque de Exposições de Braga, um local privilegiado de envolvimento com esse cruzamento e multiplicidade de culturas que o tema da tertúlia pretende realçar. A moderação da conversa está a cargo do jornalista Paulo Sousa."
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09/05/2010
10 anos da MMMNNNRRRG
14 e 15 de Maio --- Maus Hábitos (Porto)dia 14: lançamento de Penis Assassino de Janus
...
concertos + djing:
dia 14: Kanukanakina + Claiana + dj Shree Svathistana
dia 15: Ghuna X (lançamento de Patine - Joint Operation Records) + Rudolfo + Yoshi, o puto dragão + undj MMMNNNRRRG
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animações de Janus, Doutor Uránio, Le Dernier Cri, Nini666...
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mercado do livro (dia 15, 15h30 - 19h30) com as presenças das seguintes editoras MMMNNNRRRG (claro!), Chili Com Carne (c/ livros do Le Dernier Cri), Ruru Comix, Soopa, Marvellous Tone, Plana Press, Edições Mortas, Thisco, Opuntia Books, Braço de Ferro, Latrina do Chifrudo, Gajos da Mula, Reject'zine, Dama Aflita a representar Café Royal, zine Durty Kat, a confirmar Trem Azul.
...
organização: MMMNNNRRRG, Marvellous Tone, Ruru Comix
02/05/2010
Braga a flashar
Nos últimos dias, a grave crise económica, financeira, social e política que assola o país tem tido enorme repercussão em todos os meios de comunicação social, desde a imprensa escrita até à televisão. No meio desta torrente informativa altamente inquietante, o Correio do Minho presenteia-nos com a seguinte notícia: “Braga recebeu maior ‘flash mob dance’ do país”.
São estas coisas que nos tranquilizam e nos fazem acreditar num futuro melhor.
26/04/2010
Da Polícia Municipal
Vejamos o que a Lei n.º 19/2004 de 20 de Maio, estipula relativamente a estas matérias:
"Artigo 2.º - Atribuições
1 - …
2 – As polícias municipais cooperam com as forças de segurança na manutenção da tranquilidade pública e na protecção das comunidades locais.
Artigo 3.º - Funções de polícia
1 - …
2 – As polícias municipais exercem, ainda, funções nos seguintes domínios:
a) Vigilância de espaços públicos ou abertos ao público, designadamente de áreas circundantes de escolas, em coordenação com as forças de segurança;
b) Vigilância nos transportes urbanos locais, em coordenação com as forças de segurança;
c) Intervenção em programas destinados à acção das polícias junto das escolas ou de grupos específicos de cidadãos;
d) Guarda de edifícios e equipamentos públicos municipais, ou outros temporariamente à sua responsabilidade;
e) Regulação e fiscalização do trânsito rodoviário e pedonal na área de jurisdição municipal."
22/04/2010
07/04/2010
A cultura e a salsicha
Em recente entrevista à Time Out Porto, Adolfo Luxúria Canibal respondendo à questão do que faz falta em Braga, apontou a escassez de oferta cultural e de massa crítica na cidade. Quando questionado sobre o que há de bom em Braga, o vocalista dos Mão Morta foi mais eloquente: “- Braga é uma cidade boa para morrer. Uma pessoa não fica com muitas saudades da vida, não é?”.
Contrariando este cenário mórbido traçado por Luxúria Canibal, o estaleiro cultural Velha-a-Branca propõe-se realizar “um evento totalmente inovador”, uma produção em vídeo (“lip dub”) de divulgação da actividade cultural da cidade de Braga. O vídeo que se prevê que venha a envolver 400 participantes será divulgado na internet e servirá de ensaio para outras realizações idênticas que sublinhem as potencialidades culturais da cidade. Os promotores asseguram que “o envolvimento de tanta gente no projecto, constitui, por si só, uma garantia da sua publicitação”. Prometem também não se ficar por aqui, pois se esta primeira experiência correr bem Braga Barroca, Teatro Circo, Câmara Municipal, Sporting Clube Braga, Sete Fontes, entre outros, podem justificar novas produções “lip dub”.
Há uns anos atrás, quando estavam na berra, não as redes sociais da internet, mas os recordes do Guinness, o Snack-Bar “Rampinha” em Maximinos empreendeu diversas jornadas gloriosas totalmente inovadoras e com o intuito de levar bem longe o nome de Braga – confeccionou a maior francesinha do mundo. Devido ao grande êxito da iniciativa, seguiram-se mais façanhas: o maior prato de marisco, o maior cachorro especial e o maior prato de petiscos do mundo. O autor destes feitos, que mereceu até o apoio da Região de Turismo Verde Minho, assegurou à comunicação social que mesmo em tempos de crise "O povo gosta é de festa e de comer e beber".
Braga é um espanto, não é?
30/03/2010
21/03/2010
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