11/04/2009

Huambo - Angola - Novembro 2008

08/04/2009

Farricocos

Colecção de 3 postais da autoria de J. Veiga - edição 1982

06/04/2009

krautrocksampler

Julian Cope editou em 1995 o livro Krautrocksampler, obra fundamental na redescoberta da cena “krautrock” alemã surgida em finais dos anos 60/princípios dos anos 70. Segue-se uma listagem por ordem alfabética dos 50 álbuns mais representativos do género para o bardo louco dos Teardrop Explodes. Um breve guia para iniciar a viagem ao maravilhoso mundo da “kosmische musik”.
1. Amon Düül I - Paradieswärts Düül (1970)
2. Amon Düül II - Phallus Dei (1969)
3. Amon Düül II – Yeti (1970)
4. Amon Düül II - Carnival In Babylon (1972)
5. Amon Düül II - Wolf City (1972)
6. Ash Ra Tempel - Ash Ra Tempel (1971)
7. Ash Ra Tempel – Schwingungen (1972)
8. Ash Ra Tempel & Timothy Leary – Seven Up (1973)
9. Ash Ra Tempel - Join Inn (1973)
10. Can - Monster Movie (1969)
11. Can – Soundtracks (1970)
12. Can - Tago Mago (1971)
13. Can - Ege Bamyasi (1972)
14. Can – Delay 1968 (1981)
15. Cluster - Cluster II (1972)
16. Cluster – Zuckerzeit (1974)
17. Cluster – Sowiesoso (1996)
18. Tony Conrad w/ Faust - Outside The Dream Syndicate (1972)
19. Cosmic Jokers - Cosmic Jokers (1973)
20. Cosmic Jokers - Galactic Supermarket (1974)
21. Cosmic Jokers - Planeten Sit-In (1974)
22. Cosmic Jokers - Sci-Fi Party (1974)
23. Cosmic Jokers & Sternmadchen - Gilles Zeitschiff (1974)
24. Faust – Faust (1971)
25. Faust - So Far (1972)
26. Faust - The Faust Tapes (1973)
27. Faust – IV (1974)
28. Sergius Golowin - Lord Krishna Von Goloka (1973)
29. Guru Guru - U.F.O. (1970)
30. Harmonia - Musik Von Harmonia (1974)
31. Harmonia – Deluxe (1975)
32. Kraftwerk - Kraftwerk (1970)
33. La Dusseldorf - La Dusseldorf (1976)
34. La Dusseldorf – Viva (1978)
35. Moebius & Plank – Rastakraut Pasta (1980)
36. Neu! - Neu! (1972)
37. Neu! - Neu! 2 (1973)
38. Neu! - Neu! '75 (1975)
39. Popol Vuh – Affenstunde (1970)
40. Popol Vuh - In Den Gärten Pharaos (1971)
41. Popol Vuh - Einjäger & Siebenjäger (1974)
42. Popol Vuh - Hosianna Mantra (1972)
43. Tangerine Dream - Electronic Meditation (1970)
44. Tangerine Dream - Alpha Centauri (1971)
45. Tangerine Dream - Zeit (1972)
46. Tangerine Dream – Atem (1973)
47. Klaus Schulze – Irrlicht (1972)
48. Klaus Schulze - Black Dance (1974)
49. Walter Wegmuller – Tarot (1973)
50. Witthuser & Westrupp - Trips & Traume (1971)

02/04/2009

Graffiti - R. Miguel Bombarda - Porto - Março 2009

30/03/2009

Coro Alto

"O Coro alto servia para a recitação das "Horas" tipicamente monásticas, como eram as Matinas, as Laudes e as Horas Menores. Os monges, usando obrigatoriamente a cogula, entravam de joelhos e, no cadeiral, permaneciam longas horas em canto litúrgico, seguindo os grandes livros iluminados, colocados na estante coral, e que eram as bíblias, antifonários, graduais e saltérios. De pé, só se sentando para a recitação dos salmos e durante as leituras, encontravam algum conforto com o apoio nas "misericórdias" e grande estímulo no exemplo das vidas de S. Bento e Santa Escolástica, representadas nos oito quadros grandes das paredes do coro.
O Coro é, assim, essencialmente ocupado pelo cadeiral. Construído entre 1666-1668 e atribuído a António de Andrade, é de planta em U e dispõe-se em duas filas, com a de trás em plano mais elevado. As cadeiras, com decoração entalhada, são de assento levadiço e têm, no lado inferior, pequenas mísulas, as misericórdias, com a forma de máscaras fantasiosas de rostos humanos, sátiros e animais.
Os espaldares, que constituem a parte mais artística do cadeiral, são estofados, dourados e policromados e a sua imaginária fala-nos de figuras e factos beneditinos. Separados uns dos outros por pilastras com esculturas geminadas ostentando toucados de folhagem são um testemunho da magnífica talha proto-barroca que se produziu no Mosteiro de Tibães e que rivaliza condignamente com os gradeamentos oitocentistas de pau preto e bronzes dourados, com o oratório do Cristo Crucificado de Frei José de Santo António Vilaça e com o órgão do mestre organeiro Francisco António Solha, com caixa "riscada" por Frei José de Santo António Vilaça."

20/03/2009

Braga – Capital do Tédio

Regresso temporariamente a Braga e reparo, cada vez com maior nitidez, que o tédio corrói as paredes e as pessoas da cidade. Nada de relevante acontece – invariavelmente, Braga só é notícia devido a assuntos de sacristia: sejam o báculo Peculiar, as telas que ornamentam o altar do Sameiro ou a apreensão em plena Feira do Livro de uns quantos exemplares de uma edição que reproduz na capa a tela “A Origem do Mundo” de Courbet.
O principal projecto a inaugurar em ano de eleições também nada traz de novo, demonstrando um poder instituído de ideias gastas, ou mesmo sem ideias. O centro da cidade necessita de uma intervenção urgente que inverta a progressiva diminuição da actividade comercial e a evidente desertificação diurna e principalmente nocturna, e esses objectivos não se atingem alargando os espaços-eira.
Qual o interesse em aumentar a área exclusivamente pedonal, se há cada vez menos pessoas a usufruírem desse espaço público? Argumenta-se que o prolongamento do túnel da Avenida da Liberdade vai valorizar a envolvente do Teatro Circo, mas não se explicitam quais os benefícios que daí possam advir para os bracarenses.
O próprio Teatro Circo, que foi o grande estandarte da campanha eleitoral anterior, também não constituiu a panaceia contra o marasmo cultural. Braga precisa de uma casa de cultura pluridisciplinar, dinâmica e aberta à cidade, mas o Teatro Circo tem sido apenas uma mera sala de espectáculos.
Anuncia-se também a realização da 1.ª Bienal de Artes Plásticas em Setembro deste ano. Lamenta-se que, mais uma vez, a cultura e a arte sejam tratadas de forma tão provinciana e oportunista. Para que serve uma Bienal que não tem qualquer estratégia/programa, que não tem prémios, ou sequer a mais pequena ambição? Servirá talvez apenas como propaganda, passando aos mais incautos a ilusão que o poder autárquico é sensível a estas matérias.
Braga precisa de ideias, projectos e realizações que mobilizem verdadeiramente os agentes económicos, culturais e sociais, para se perspectivar uma cidade que seja boa não apenas para dormir, mas também para trabalhar, investir, visitar, em suma, para se viver.

26/02/2009

Iris Van Dongen

'Pin up' - 230x150cm - 2008
'Exegesis' - 160x190cm - 2007
'Untitled' - 113x83cm - 2008
'Hooligans United II' - 88x132cm - 2007
'Victoria Klein' - 163x93cm - 2008
all works pastel, pressed charcoal, watercolour on paper

09/02/2009

Simon Henwood

Devendra Banhart e Roisin Murphy por Simon Henwood

03/02/2009

Dondo - Kwanza Norte - Angola - Novembro 2008