16/10/2007

Stencil - Braga - Março 2006

13/10/2007

SWATCH - "Gnomania"

O Swatch deste mês é o Gnomania. Este relógio foi lançado em 1997 para os membros do Club Swatch. Assim, quem tivesse aderido ao Club através da aquisição do relógio Garden Turf, poderia adquirir depois, em exclusivo, o Gnomania.
A embalagem especial é feita em cerâmica e tem a forma de cogumelo mágico, um amanita muscaria.
O relógio tem a função “loomi” e vem inserido no interior da embalagem sendo visível o seu mostrador através de um buraco na base do cogumelo.
O mostrador tem as cores do arco-íris e apresenta um simpático gnomo a indicar as horas e o papagaio de papel que segura na mão, indica os minutos. A bracelete surge envolta numa corrente de gnomos de mãos dadas, sendo um deles um pin metálico.

Modelo: “Gnomania” (GZ 901Pack) – 1997
Edição: 19.999 exemplares

09/10/2007

Lançamento de cd_catálogo

A exposição on the other hand / sombra_clara decorreu no Museu dos Biscainhos entre meados de Maio e Junho de 2007. O Museu dos Biscainhos é um palácio setecentista transformado em casa-museu localizado no centro de Braga. Além do traço arquitectónico e dos magníficos jardins, o Museu tem para oferecer aos visitantes diverso mobiliário, pinturas, louças, objectos decorativos, utensílios domésticos, etc., numa montagem que procura ilustrar o que seria a vivência numa casa senhorial dos sécs. XVII/XVIII.
O desafio lançado aos artistas foi conceberem trabalhos específicos que se integrassem no percurso expositivo habitual da instituição, criando novas relações, tensões, narrativas, enfim, que convocassem um outro olhar sobre o Museu.
Com o intuito de editar um catálogo da exposição, documentámos extensivamente todo o evento. A dada altura, constatámos que não seria disponibilizado qualquer orçamento para a impressão do catálogo.
Terminada a exposição, seria decepcionante não ficar qualquer registo do evento, para mais quando dispúnhamos de centenas de fotografias da Joana Pinheiro, diversos textos dos autores, gravações sonoras, etc.
O cd catálogo que agora apresentamos é a nossa resposta à inexistência de orçamento para imprimir um catálogo em papel. Aquilo que, à partida, parecia uma contrariedade inultrapassável acabou por impulsionar um objecto-novo, interactivo, com muitas mais imagens e conteúdos do que os que caberiam num catálogo em papel. O lançamento do cd encerra com chave de ouro este projecto e permanece como testemunho e homenagem a todos aqueles que connosco partilharam este desafio.
A edição é limitada e à borla, como quase tudo o que é bom na vida.

Apresentação dia 12 de Outubro às 22h na Velha-a-Branca - estaleiro cultural (Largo da Senhora-a-Branca nº 23, Braga) e no dia 27 de Outubro às 19h na Cooperativa Gesto (Rua Cândido dos Reis nº 64, Porto).

06/10/2007

Amanita Muscaria - Mosteiro de Tibães - Braga - Outono 2002

03/10/2007

Fast Forward Braga

Vai realizar-se nos próximos dias 19 e 20 de Outubro a 2.ª edição do Fast Forward Film Festival - Portugal organizado pela Velha-a-Branca. Este Festival é a versão portuguesa do evento com o mesmo nome originário de Chicago, realizando-se também uma edição na Irlanda.
O conceito inerente ao Festival é simultaneamente simples, barato e estimulante: é um festival/concurso de curtas-metragens onde os participantes têm que realizar um filme em menos de 24h, em vídeo digital. O filme deve ter, no máximo, 3 minutos de duração, sendo os temas divulgados pela organização no iní­cio do certame. Os trabalhos têm que ser realizados e entregues até ao final do dia seguinte.
A edição anterior do Festival excedeu as melhores expectativas no que toca à adesão de concorrentes e de público, tendo sido apresentados mais de três dezenas de filmes vindos de equipas de todo o país.
Ao contrário de outros festivais de cinema onde as pessoas são meros espectadores passivos do programa proposto pela organização, o Fast Forward desafia-nos para uma participação activa. Os filmes a exibir no Festival são os que forem submetidos ao concurso e serão eles que determinarão o sucesso do evento.
É também um Festival democrático e popular, podendo participar os jovens e os menos jovens, os profissionais e aqueles que vão realizar um filme pela primeira vez, todos em pé de igualdade. A inscrição no festival implica apenas o pagamento de um valor simbólico por cada equipa participante. É também pouco exigente em termos de requisitos técnicos, sendo mais valorizadas as boas ideias e a capacidade de realizá-las rapidamente.
O Festival tem o mérito de incentivar a criação de novas obras e o aparecimento de novos criadores numa área com forte componente criativa e tecnológica. Paralelamente ao Festival realizam-se workshops de edição de imagem e de produção áudio, reforçando as competências técnicas dos interessados e fomentando uma nova dinâmica na área do cinema, vídeo e multimédia. Este tipo de iniciativas contribui para a criação da massa crítica indispensável no quadro da sociedade do conhecimento.
Acredito que só uma população criativa e tecnologicamente evoluída será capaz de atrair investimentos e empresas inovadoras que criarão novos e melhores postos de trabalhos, contribuindo assim para uma maior competitividade e a melhoria das condições de vida.
O Fast Forward é uma das propostas mais interessantes e com maior potencial surgidas em Braga nos últimos anos. Surpreendentemente (ou não), as entidades locais estão alheadas do Festival, sendo a Adobe Systems, uma multinacional sem qualquer interesse especial por Braga, o maior patrocinador do evento.






02/10/2007

Lançamento cd_catálogo

O Museu dos Biscainhos recebeu entre 19 de Maio e 19 de Junho 2007 a intervenção de um conjunto heterogéneo de artistas que se integrou em todo o seu percurso expositivo permanente:

Adelina Lopes, Adriano Faria, Ana Caldas, Ana Pascoal, Bento Duarte, Carla Cruz, Carlos Fortes, Carla Mendes, Franklin Pereira, Helena Cordeiro, Helena Santos, Hugo Calçada, Inês Ferreira, Iva Dias, Joana de Deus, Joana Pinheiro, João Foldenfjord, João Noutel, Manuela São Simão (+ Sem Palco), Micaela Amaral, Miguel Meira, Paulo Neves, Paulo Nogueira, Ricardo Fiúza, Rita Carvalho, Sofia de Carvalho, Teixeira Barbosa, Teresa Luzio, Vânia Kosta e Valter Hugo Mãe.

A inauguração aconteceu no âmbito da “Noite nos Museus” e contou com a participação da Arte Total, Audiência Zero/Sem Palco, Space Ensemble, Ana Taboada, Franklin Pereira, Comércio Justo, Cor de Tangerina, Delta Cafés e Niepoort.

A exposição e os eventos a ela associados foram registados num CD interactivo que vai ser apresentado no dia 12 de Outubro às 22h na Velha-a-Branca - estaleiro cultural (Largo da Senhora-a-Branca, nº 23 - Braga) e no dia 27 de Outubro às 19h na Cooperativa Gesto (Rua Cândido dos Reis, nº 64 - Porto).

30/09/2007

Stencil de 157 - Odeceixe - Aljezur - Agosto 2007

28/09/2007

Marco Mendes na Plumba

A Galeria Plumba no Porto apresenta a exposição individual de Marco Mendes intitulada “Uma Formiga na Saia do Universo”. Marco Mendes é um dos principais dinamizadores do projecto A Mula, que tem editado diversos fanzines, realizado feiras de edições independentes e diversos outros eventos.
Nesta exposição a solo apresentam-se trabalhos produzidos entre 2004 e 2007, e podem ser vistos até finais de Outubro.
Mais informações em diário rasgado.

26/09/2007

Ao cabo de dois anos de publicação a revista K passa por momentos conturbados, sendo viabilizada pelo novo proprietário a Presslivre. Reaparece nas bancas em Novembro de 1992 com novo grafismo e um renovado ímpeto editorial. A nova edição assume-se como “Número de Colecção”, chamando Rui Chafes para a capa e entrevista de fundo.
É também neste número que é publicado o célebre Manifesto em 42 pontos a denunciar o estado da
arte.
Em complemento, apresentam uma classificação dos artistas contemporâneos portugueses nas seguintes categorias: os mesmo bons (Palolo, Croft, Molder R. Sanches, Gaëtan, Miguel Branco e Chafes); os bons; sobrestimados (Paula Rego); desenham bem, mas pintam mal (J. Pomar); viajam muito; brincalhões com graça; brincalhões sem graça; tanto trabalho pra isto; empadões; pode ser que alguém compre isto; onde é que eu já vi isto; chatos absolutos; pintam com a boca e com os pés; prémio especial Moviflor (Gerardo Burmester); a Maria Guinot do pincel (Graça Morais); o Taveira do pincel (Leonel Moura), etc.
A Kapa voltava para um último fôlego mais virulenta do que nunca.

Os restos imortais da revista repousam aqui.

23/09/2007

Revista K

A revista K surgiu em Outubro de 1990 dirigida por Miguel Esteves Cardoso tendo durado cerca de três anos. Apesar da sua curta existência, a revista deixou marcas profundas nos seus leitores e no panorama editorial português.
Na Kapa havia lugar para rubricas dedicadas ao divertimento, delírios, apresentação de portfolios, entrevistas mais ou menos sérias, até colunas sobre filosofia, dinheiro, arte, alma, política e família.
Aliando um projecto gráfico bastante arrojado e uma linha editorial ousada, a revista contava com colaboradores como: António Cerveira Pinto, Catarina Portas, Edgar Pêra, Eduardo Cintra Torres, Filipe Alarcão, Graça Lobo, Hermínio Monteiro, João Bénard da Costa, José Fonseca e Costa, Nuno Rogeiro, Pedro Ayres de Magalhães e Pedro Rolo Duarte; e colunistas como: Agustina Bess
a-Luís, Maria Filomena Molder, Leonardo Ferraz de Carvalho, Paulo Portas e Vasco Pulido Valente.
Mesmo a moda e a publicidade mereciam uma abordagem diferente do habitual, servida por textos de ficção e produções muito criativas. A revista era iconoclasta ao ponto de recensear literatura séria e a seguir um qualquer filme porno, a alta e a baixa cultura lado a lado. Tanto sublinhava os amores como os ódios de estimação, tanto reflectia sobre a actualidade como abordava o tema mais inusitado, sempre com muita ironia à mistura.
Era uma revista que arriscava, no fio da navalha.








Desinformação
Vivemos na idade da informação. Nunca foi tão fácil a tantas pessoas estarem tão bem informadas acerca de tantos assuntos. Óptimo. O pior é aceitarmos acriticamente que a informação é sempre boa, útil e formativa. A verdade é que nunca houve tantas bestas bem informadas. É muito mais fácil uma pessoa informar-se sobre um assunto do que pensar acerca dele. A partir de certa altura, um excesso de informação pode prejudicar a compreensão de dado acontecimento. Hoje, muitas pessoas informam-se em vez de tentar compreender.
É a mulher que sabe tudo acerca dos filmes em cartaz, mas não viu nenhum. É o homem que segue cada passo dos acontecimentos na Roménia sem parar para tentar compreender o que se passa. É o jurista que conhece toda a legislação mas é incapaz de ter uma discussão sobre conceitos de justiça.
A informação pode ser brutal ao ponto de prejudicar a comunicação. As notícias, em vez de serem pontos de partida, tornam-se em fins. As pessoas, em vez de discutirem eventos e significados, partilham conhecimentos. Em vez de produzirem argumentos, reproduzem factos. Através da mera partilha de informação cria-se assim uma comunidade artificial.
Não há expressão mais mentirosa do que "comunicação social". Que comunicação existe? Apenas se comunica a - não se comunica com. Isto é, não se comunica. Informa-se. O mal está no facto de não haver reciprocidade.
Claro que os chamados meios de comunicação social não ouvem o público a que se dirigem. O velho lugar-comum do "diálogo com o leitor" é uma treta em que ninguém acredita. O mal é que a indiferença com que se distingue quantidade e qualidade de informação torna cada vez mais difícil ao cidadão médio ter opiniões pessoais acerca do que o rodeia.
Há qualquer coisa de arrogante e insuportável no acto de "informar", tal qual ele se concebe modernamente, cheio de gráficos, sondagens, esquemas e painéis equilibrados. Há uma pretensão de definição e cobertura que, além de ridícula, parece violenta, por não admitir discussão. A discussão surge "já feita". O leitor limita-se a escolher uma das posições.
Esta revista vai ser mais comunicativa do que informativa. O nosso objectivo não é sermos respeitados, compreendidos, seguidos, ou representados ou definitivos - é sermos lidos.
Editorial da K número 1, Outubro de 1990.

22/09/2007

Fernando Calhau | Desenho 1965/2002

O Centro Cultural Vila Flor em Guimarães apresenta cerca de 200 desenhos de Fernando Calhau (1948-2003) pertencentes ao espólio doado pelo artista ao Centro de Arte Moderna da Fundação Gulbenkian. A exposição comissariada por Nuno Faria, estará patente entre 22 de Setembro e 30 de Dezembro.
A visitar urgentemente.

19/09/2007

A Manivela do Tempo

Os artistas Paulo Bonito e Ricardo Fiuza apresentaram em conjunto a exposição Hurdy Gurdy - A Manivela do Tempo na Velha-a-Branca entre 9 Dezembro e 12 Janeiro de 2006. O ponto de partida para este projecto foi o gosto comum por música. A obra “Touch Works” – (For Hurdy Gurdy and Voice) de Phill Niblock serviu de banda sonora.Os autores produziram diversos estudos, esboços e textos durante a preparação da exposição que compilaram em pequenos cadernos. O fanzine recolhe uma selecção desses cadernos, acrescentada com outros trabalhos realizados no âmbito deste projecto.
Paulo Bonito apresenta desenhos impressionistas e textos poéticos entre o introspectivo e o alucinatório. Os textos são desprendidos de regras e sentidos evidentes, antes apontando para uma torrente referencial: recordações de infância, tocadores de realejo, proletariado e revolução industrial, cinema e documentários, concertos de música, e tudo mais.
Por outro lado, os desenhos a tinta-da-china de Ricardo Fiuza são intrincadas estruturas circulares que criam formas muito orgânicas. A repetição dos sons, o drone, induzindo um estado de transe, a “flor perfeita” como arquétipo efémero e mágico da beleza, a poesia de Paul Valéry, aforismos orientais, são alguns dos tópicos explorados pelo autor na busca da sublimação dos dois mundos: o interior e o exterior.
A edição limitada e personalizada de 71 exemplares era acompanhada por um clip metálico produzido numa máquina de fazer espirais. Phill Niblock e o disco Perpetuum Mobile dos Einsturzende Neubauten foram o fundo musical na festa de lançamento do fanzine.

Fanzine A5 policopiado, 24 págs. Arranjo gráfico: Helena Carneiro. Edição: Velha-a-Branca - estaleiro cultural, Braga, Fevereiro de 2006.

17/09/2007

Stencil de DOLK - Bairro Alto - Lisboa - Agosto de 2007

15/09/2007

O Melhor Café

O livro “O Melhor Café” editado em finais de 1996 constitui uma bela homenagem à Brasileira bracarense feita através das fotografias de Alfredo Cunha e das palavras de Pedro Rosa Mendes.
O livro abre com um texto, o mais longo de todos, que enquadra historicamente o surgimento d’A Brasileira em 17 de Março de 1907, iniciativa de Adolpho de Azevedo, próspero negociante do Porto. Nesta fase, a escrita segue de perto a pesquisa documental feita pelo autor, de onde transparece a Braga imutável, ontem como hoje, «a província como reserva cinegética do aborrecimento e os cafés como única alternativa de evasão à boçalidade medieval.» A Brasileira veio juntar-se a um punhado de outras casas de café e bilhares, onde os bracarenses buscavam convívio e jogo.
A ambiência económica, social e política da cidade no início do séc. XX surge enredada no quotidiano do café. O autor utiliza Joaquim Chaves (1903-1977), o cliente mais famoso da Brasileira, com direito a placa de mármore na parede, para servir de cicerone em várias narrativas sobre as décadas de Salazar e da PIDE.
Os textos aparecem intercalados com as fotografias, nunca se misturam. A um bloco de escrita segue-se um bloco de fotografias a preto e branco, sem qualquer tipo de texto ou legenda. A cada imagem está reservada uma página inteira, aparecendo mais esporadicamente uma fotografia a estender-se por duas páginas.
As imagens foram recolhidas em cinco dias do Verão de 1996, e retratam a fauna frequentadora do café, os empregados, os velhotes, o engraxador de sapatos e também as idiossincrasias do espaço e os pormenores do mobiliário. As fotos dos andares de cima, onde estão depositados os velhos bilhares e o mobiliário em desuso, são fantasmas dum tempo remoto que já não pode ser reencontrado.
Os quatro textos seguintes são curtos e têm um registo mais memorialistico, fruto das conversas desenroladas à mesa do café. Pretende-se oferecer múltiplos pontos de vista: do patrão, do empregado com mais de três décadas de casa, da velha viúva que é cliente diária há mais de 40 anos e fica perdida quando a Brasileira encerra para descanso semanal, e a Brasileira como ponto de encontro antes de jantar duma certa elite cultural, que tem como regra de ouro nunca se sentar na parte de baixo do café, embora não saiba explicar porquê?...
Das veredas da memória surgem histórias como a da actual Brasileira já ter sido dois cafés, em cima a Brasileira, e em baixo, pela Rua de S. Marcos o Café Sporting. O aparecimento da Brasileira Nova, em frente do outro lado da rua, sendo a Rua S. Marcos apelidada de “linha Maginot”: de um lado os progressistas, do outro os germanófilos.
As várias fases do café, dos padres Vaz, e dos outros clérigos em dias de feira, os clientes diários com horário certo e escrupulosamente cumprido, as coscuvilhices sussurradas e a maledicência longamente cultivada, o relance embaciado para o rio de gente que escoa pela rua abaixo, etc.
No ano da comemoração do centenário da Brasileira, lamenta-se que esta obra esteja indisponível nas livrarias, pois é um retrato de valor inestimável dum determinado microcosmos que metaforiza a sociedade bracarense do último século.
Alfredo Cunha e Contexto Editora, 1996
Textos de Pedro Rosa Mendes
Impresso em Novembro de 1996
116 págs. - 24,2 x 29 cm

13/09/2007

Fundação Utópica

A Fundação Cultural Bracara Augusta foi criada em 1996 pela Câmara de Braga, a Universidade do Minho, a Universidade Católica e o Cabido de Braga com a finalidade de realizar e/ou apoiar iniciativas de carácter cultural e social. Na realidade, nunca percebi muito bem para que é que serve esta Fundação, que tem como Presidente Maria do Céu Sousa Fernandes e como Presidente do Conselho de Administração (??) o inevitável Rui Madeira.
Anunciaram agora o lançamento de um novo ciclo de conferências, a primeira das quais subordinada ao tema: “A Utopia: uma leitura actual”. Sobre o tema Rui Madeira afirma: “os seres humanos não podem viver fora das utopias. É o que nos alimenta”. Maria do Céu Fernandes, mais comedida, questiona se “será possível um mundo novo?”.
Nada me deixa mais tranquilo e esperançado num futuro melhor do que ver a bandeira da utopia empunhada por tão extremosas mãos.
(foto sacada no site do Diário do Minho.)