Mostrar mensagens com a etiqueta Música. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Música. Mostrar todas as mensagens

18/05/2009

15/05/2009

Daniel Figgis

Haa-Lacka Bintii (Virgin Prunes), Daniel Bintii (Princess Tinymeat)

30/04/2009

14/04/2009

Gavin Friday

fotos: James Mooney

06/04/2009

krautrocksampler

Julian Cope editou em 1995 o livro Krautrocksampler, obra fundamental na redescoberta da cena “krautrock” alemã surgida em finais dos anos 60/princípios dos anos 70. Segue-se uma listagem por ordem alfabética dos 50 álbuns mais representativos do género para o bardo louco dos Teardrop Explodes. Um breve guia para iniciar a viagem ao maravilhoso mundo da “kosmische musik”.
1. Amon Düül I - Paradieswärts Düül (1970)
2. Amon Düül II - Phallus Dei (1969)
3. Amon Düül II – Yeti (1970)
4. Amon Düül II - Carnival In Babylon (1972)
5. Amon Düül II - Wolf City (1972)
6. Ash Ra Tempel - Ash Ra Tempel (1971)
7. Ash Ra Tempel – Schwingungen (1972)
8. Ash Ra Tempel & Timothy Leary – Seven Up (1973)
9. Ash Ra Tempel - Join Inn (1973)
10. Can - Monster Movie (1969)
11. Can – Soundtracks (1970)
12. Can - Tago Mago (1971)
13. Can - Ege Bamyasi (1972)
14. Can – Delay 1968 (1981)
15. Cluster - Cluster II (1972)
16. Cluster – Zuckerzeit (1974)
17. Cluster – Sowiesoso (1996)
18. Tony Conrad w/ Faust - Outside The Dream Syndicate (1972)
19. Cosmic Jokers - Cosmic Jokers (1973)
20. Cosmic Jokers - Galactic Supermarket (1974)
21. Cosmic Jokers - Planeten Sit-In (1974)
22. Cosmic Jokers - Sci-Fi Party (1974)
23. Cosmic Jokers & Sternmadchen - Gilles Zeitschiff (1974)
24. Faust – Faust (1971)
25. Faust - So Far (1972)
26. Faust - The Faust Tapes (1973)
27. Faust – IV (1974)
28. Sergius Golowin - Lord Krishna Von Goloka (1973)
29. Guru Guru - U.F.O. (1970)
30. Harmonia - Musik Von Harmonia (1974)
31. Harmonia – Deluxe (1975)
32. Kraftwerk - Kraftwerk (1970)
33. La Dusseldorf - La Dusseldorf (1976)
34. La Dusseldorf – Viva (1978)
35. Moebius & Plank – Rastakraut Pasta (1980)
36. Neu! - Neu! (1972)
37. Neu! - Neu! 2 (1973)
38. Neu! - Neu! '75 (1975)
39. Popol Vuh – Affenstunde (1970)
40. Popol Vuh - In Den Gärten Pharaos (1971)
41. Popol Vuh - Einjäger & Siebenjäger (1974)
42. Popol Vuh - Hosianna Mantra (1972)
43. Tangerine Dream - Electronic Meditation (1970)
44. Tangerine Dream - Alpha Centauri (1971)
45. Tangerine Dream - Zeit (1972)
46. Tangerine Dream – Atem (1973)
47. Klaus Schulze – Irrlicht (1972)
48. Klaus Schulze - Black Dance (1974)
49. Walter Wegmuller – Tarot (1973)
50. Witthuser & Westrupp - Trips & Traume (1971)

09/02/2009

Simon Henwood

Devendra Banhart e Roisin Murphy por Simon Henwood

29/11/2008

Winston Tong

fotos: Ann Schmitz

24/10/2008

Epic Soundtracks

fotos: Valery Lorenzo

17/10/2008

Michael Gira

fotos: Anne Helmond

08/10/2008

19/08/2008

Tom Verlaine

Tom Verlaine (Television)
FUNDAÇÃO SERRALVES - Concerto no Prado
Serralves em Festa! - 05 Jun 2004

15/07/2008

Nina Hagen e Ari Up (The Slits)

05/07/2008

NICO

Nico [foto: Billy Name]

Velvet Underground & Nico [foto: Billy Name]

17/05/2008

in memoriam

O jornalista e grande crítico de música Fernando Magalhães deixou-nos fez três anos no passado dia 15 de Maio, tendo falecido prematuramente aos 49 anos de idade, vítima de ataque cardíaco.
Os primeiros escritos que li da sua autoria foram publicados no jornal Blitz em finais dos anos 80 numa rubrica denominada Valores Selados. Em artigos de página inteira Fernando Magalhães discorria sobre os mais diversos géneros musicais - do progressivo à folk, da electrónica ao kraut rock. Escrevia com a convicção de quem tem profundos conhecimentos sobre a história da música e das correntes estéticas e com a paixão desmesurada dos grandes melómanos e divulgadores sempre abertos a novas descobertas.
Desse tempo, recordo ainda os textos sobre os Van Der Graaf Generator, Can, Peter Hammill, Robert Fripp, Snakefinger e muito especialmente o balanço sobre os melhores discos publicados na década de oitenta. Essa lista foi um choque para mim, pois desconhecia grande parte dos artistas e das obras referidas.
No início da década de 90, Fernando Magalhães transferiu-se para o novo jornal Público, projecto editorial do qual fez parte desde o número inaugural até à data do seu precoce falecimento. No jornal Público, passou por todos os suplementos dedicados à música e à cultura – Pop & Rock, Sons, Y, Mil Folhas. Foi igualmente um dos principais dinamizadores do Fórum Sons na net.
Podemos rememorar alguns dos magníficos textos, críticas e entrevistas no sítio fmstereo onde está também um repositório das inúmeras listas de discos que Fernando Magalhães estava sempre a fazer e que constituem um inigualável guia para partir à aventura no mundo da música.
Continuo a comprar o Público à sexta-feira, mas a ausência dos textos e recensões críticas do Fernando Magalhães deixou um vazio impossível de preencher. Continua a fazer-me muita falta.
(clicar nas imagens para ampliar)